A banda Metallica fará um anúncio especial na próxima terça-feira, 07 de fevereiro, às 11 horas, horário do Pacífico.
Um vídeo teaser para o anúncio pode ser visto abaixo.
O texto no clipe diz: "Você
os viu em festivais de todo o mundo. Mas você nunca os viu ...
Sintonize nesta terça - feira, 7 de fevereiro às 11h PST. Metallica.com."
Jason Newsted não teve uma tarefa muito fácil: substituir nada menos que Cliff Burton. Se em cima do palco Jason segurava bem a onda, no estúdio seu instrumento era colocado em segundo plano. É praticamente impossível ouvir o instrumento no álbum “And Justice for All”.
Quando perguntado a respeito no documentário “Classic Albuns”, que fala o processo de criação do “Black Album”, Jason deixou claro: “Há várias razões para isso. Fui tão responsável como os outros por não ter estado realmente presente.”. Mas o fato de seu trabalho não ser muito ressaltado não significa que não tenha sido bem-feito.
Confira abaixo apenas o baixo de algumas faixas de “And Justice for All”.
No final do ano passado, o METALLICA começou a compor o sucessor [pelo menos de estúdio] de ‘Death Magnetic’ de 2008, trabalhando em cima de riffs e licks gravados durante as jams da banda ao longo dos últimos três anos de turnê.
‘Temos cerca de sete ou oito canções’, disse o baterista da banda, LARS ULRICH à edição estadunidense da Rolling Stone sobre o disco, que mais uma vez será produzido por RICK RUBIN. “Fazemos tudo em ciclos. Bolamos algo, deixamos de lado, vamos pra próxima, inventamos algo básico, deixamos pra lá e começamos de novo. Mês que vem nós vamos voltar e começar a embelezar: ‘Vamos dobrar aquela parte e colocar algo no meio.”
“Se ‘Death Magnetic’ havia sido um sucessor natural para ‘… And Justice For All’ de 1988, o próximo disco será um Black Album mais pesado,” disse o guitarrista KIRK HAMMETT na mesma entrevista, usando o popular apelido do disco ‘Metallica’ de 1991. “Não vamos entrar nas profundezas de complexidade que fizemos para ‘Death Magnetic’. O que estamos bolando tem mais groove, uma versão mais pesada do que estávamos fazendo no começo dos anos noventa.”
“Quando as pessoas falam sobre o material antigo, elas pensam em ‘Justice’,” Ulrich disse à Rolling Stone. “Mas olhe para ‘Harvester Of Sorrow’ naquele disco. É uma faixa bem simples de cinco minutes. E ‘Fuel’ [de ‘Reload’ de 1997] é um trampo desgraçado ao vivo. No momento, estou pensando menor, mais direto ao ponto.”
Um filme em 3D com o METALLICA está no começo da fase de produção, com uma data de lançamento prevista para o verão do hemisfério norte de 2013. O filme ainda não tem nome, tampouco um roteiro ou um diretor. “Imagine se você pegasse ‘The Song Remains The Same’,” disse Ulrich, referindo-se ao filme de 1976 do LED ZEPPELIN, “que é 75% show, 25% de outras coisas, e o virasse ao avesso. E tudo que não é do show, ao invés de ser sobre os membros da banda, é uma história que se desenrola, tendo o show como pano de fundo.”
De acordo com Ulrich, os membros do METALLICA estão patrocinando o filme sozinhos. “Tendemos a pagar por essas coisas nós mesmos,” ele diz. “A partir do momento que você pega o dinheiro de alguém, você tem que levar as opiniões dele em consideração. E isso não é divertido.”
“Não queríamos fazê-lo a princípio,” Hammett disse à revista sobre o filme em 3D. “Fomos convencidos por nossos empresários de que seria muito legal e que teríamos um palco enorme pra tocar – o maior show do Metallica que já fizemos, coisa de vanguarda.”
O Metallica irá lançar uma edição em CD de seu lançamento digital, “Beyond Magnetic”, no dia 31 de Janeiro. O EP De 4 faixas, que traz músicas gravadas durante as sessões de “Death Magnetic”, foi lançado digitalmente no dia 13 de Dezembro, logo após a banda ter estreado todas as quatro músicas ao vivo durante seus quatro shows comemorativos de 30 anos em São Francisco no começo daquele mês.
As faixas se chamam “Hate Train”, “Just A Bullet Away”, “Hell And Back” e “Rebel Of Babylon”.
O Metallica também lançou um disco colaborativo com Lou Reed chamado “Lulu” em Novembro, mas o disco conceitual foi um fracasso comercial e de crítica.
A banda está programada para tocar o Black Album na íntegra em vários festivais europeus no meio do ano, e tem dado indicações de vários outros grandes eventos para 2012
De férias com o filho em Punta Del
Este, Uruguai, James Hetfield não gostou nada de ser perseguido por
paparazzis. O vocalista e guitarrista do Metallica teria até mesmo
atirado pedras nos fotógrafos.
O Metallica que foi anunciado como das atrações do Festival, irá se
apresenta no dia 25 de maio no ano que vem, e o grupo irá executar o
Black Álbum na integra. e os ingressos para o Festival começam a ser
vendidos apartir de amanha dia 22.
No site oficial do Metallica, já está disponível para a venda o áudio do primeiro dos quatro shows comemorativo de 30 anos do grupo.
Cada faixa está sob o valor US$ 0,99. Em breve, os outros três shows também serão disponibilizados.
Confira abaixo o setlist disponível para download:
1- The Call Of Ktulu
2- No Remorse
3- The Shortest Straw
4- Leper Messiah
5- The Day That Never Comes
6- Carpe Diem Baby
7- Hate Train
8- Please Don’t Judas Me
9- Wherever I May Roam (com o fã John Dent)
10- Sad But True (com John Marshall)
11- No Leaf Clover (com Apocalyptica)
12- One (com Apocalyptica)
13- Harvester Of Sorrow (com Jason Newsted)
14- Damage, Inc. (com Jason Newsted)
15- Motorcycle Man (com Biff Byford)
16- The Prince (com Sean Harris & Brian Tatler)
17- It’s Electric (com Sean Harris & Brian Tatler)
18- Helpess (com Sean Harris & Brian Tatler)
19- Am I Evil? (com Sean Harris & Brian Tatler)
20- Seek & Destroy (com Jason Newsted, John Marshall, Sean Harris,
Brian Tatler, Bif Byford, Apocalyptica e the Soul Rebels Brass Band)
O guitarrista que já tocou no METALLICA, e agora é o
atual frontman do MEGADETH,
Dave Mustaine, se juntou ao seus antigos colegas de banda no palco na noite de
sábado passado (10 de dezembro) para a quarta e última apresentação privada no
Fillmore, em San Francisco, como parte da celebração
do 30º aniversário do Metallica,
realizada apenas para membros do fã clube da banda.
Quando perguntado, pelo Music Radar, se ele se sentiu bem em
ter reparado seu passado com o Metallica, Mustaine disse:
"Sempre terá algum filho da puta burro me dizendo: 'Então, vocês se dão
bem mesmo?'(risos). Simplesmente esse tipo de pergunta. O mundo está cheio de
idiotas, e parece que eu já me deparei com um monte deles".
"Foi purificador ir até lá na semana passada, eu estava
muito inseguro sobre o que ia acontecer, mas não estava nervoso. Eu só não
sabia o que esperar. Aqueles caras são muito diferentes do Megadeth. Nós gostamos de
conhecer quais as músicas que iremos tocar.
Mas eles tocam bem mais a vontade, isso é bem legal".
"Eu estava pensando comigo mesmo: Eu ensaio as demos
das músicas do Metallica,
que serão apresentadas no show, ou apenas as músicas do 'Kill 'Em All'? Bem, eu
descobri que apenas 'Kill 'Em All' era o necessário. OK, mas eu ensaio só os
meus solos, ou os de Kirk também? Qual solos devo tocar? Então, quando eu
cheguei lá, Kirk me disse: Por que você não toca todos os solos? E eu fiquei
tipo, 'Oooh!' (risos). Eu tinha que rapidamente tirar um truque da manga. No
final, entrei no palco, e rolou. Eu só estava tentando complicar as coisas
comigo mesmo".
"Foi divertido,
foram bons momentos, todo mundo riu muito, no meio de abraços e cumprimentos.
Lars (Ulrich, baterista do Metallica) me beijou várias vezes...(risos)".
"É legal que as pessoas possam ver o que tudo isso
significa".
"A mídia tem feito tanta besteira por tanto
tempo".
"Nós todos ainda nos preocupamos uns com os
outros".
"Todo círculo se completa. E após 30 anos, aqui estamos
nós. É realmente estranho, toda essa mitologia em torno disso".
Mustaine, que foi um dos membros originais do Metallica, foi demitido da
banda pelo baterista Lars Ulrich em 1983. Ele foi substituído por Kirk Hammett,
então Dave Mustaine formou o Megadeth
e alcançou o sucesso no mundo inteiro por
conta própria.
Vários videos e fotos da apresentação de Mustaine com o Metallica, podem ser
vistas na fonte desta matéria.
O METALLICA lançou via itunes, na América do Norte, as quatro músicas inéditas, que foram descartadas do Death Magnetic e tocadas pela primeira vez ao vivo nos shows em comemoração ao trigésimo aniversário
da banda, em formato de EP. O lançamento se chama "Beyond Magnetic EP",
e estará disponível gratuitamente para os membros do fã clube.
As quatro músicas tiveram suas mixagens realizadas em março de 2008, no processo de produção do último álbum da banda.
BEYOND MAGNETIC TRACKLISTING:
1. Hate Train
2. Just A Bullet Away
3. Hell And Back
4. Rebel Of Babylon
Lulu - como começar a falar sobre ele!?!
Acho muito estranho o
tipo de crítica que o álbum tem recebido, não parecem ser críticas
musicais, são críticas de gênero. Entendam, não gostar de algo é normal,
mas, dizer que é ruim, é outra coisa. Levantar número de vendas do CD,
discutir se LOU REED é um velho viado ou não, se o CD serve como adubo,
se música é poesia (bom, essa é fácil, basta ouvir BOB DYLAN, RENATO RUSSO, CHICO BUARQUE; exemplos para qualquer um entender); todas essas coisas fogem do real assunto: se Lulu é um bom álbum de Rock.
Primeiramente, dizer que não é um álbum do METALLICA é um fato tão óbvio que não sei se poderia ser usado como argumento; não é um álbum do METALLICA, pronto. "Ah, mas foi o METALLICA que gravou..."; claro que foi, mas, não SOMENTE o METALLICA, e não sobre uma ideia do METALLICA.
É um álbum estranho, conceitual ao extremo, escrito pelo LOU REED. É o
bastante para entendermos que não vamos ouvir Creeping Death nesse
álbum. Ok? QUEEN+PAUL RODGERS não é o QUEEN; as pessoas entendem isso e
pronto. Porque não aqui?
Em uma entrevista que vimos aqui mesmo, LOU REED e METALLICA
falam sobre o álbum, as ideias e outras coisas mais. Além de o
entrevistador ser humilhado por não estar bem informado (o tempo de
gravação do álbum, sobre James ter cantado em álbuns do DANZIG, logo,
não foi a primeira vez que ele gravou os backing vocals), podemos
perceber o que o METALLICA sempre foi: autêntico. Aqui mora o problema, a autenticidade.
Se
você tiver cabelo comprido, uma bermuda coladinha com motivos da
bandeira Americana, gritar bem alto, manter pose de viado, tratar mal
todo mundo, etc; você estará se tornando um autêntico AXL ROSE, certo?
Não. Você está se tornando um cover do AXL ROSE. Isso não é ser
autêntico. Isso é ser outra pessoa. Uma pessoa bem idiota, diga-se de
passagem (para por pimenta, ok?).
Ser autêntico é ser você, não imitar alguém ou seguir cegamente determinado estilo. O nome dessa outra coisa é moda e, segundo RENATO RUSSO, música é algo muito subjetivo, não pode ser moda.
O que quero dizer com isso? Por que o METALLICA
é autêntico? Essa é fácil: “Eles fazem exatamente o que eles julgam ser
bom para eles”. Isso não é desrespeitar o fã; isso é seguir a linha de
pensamento de toda banda de garagem: tocar o que eles gostam e, se você
não gosta, ouça outra banda. Isso é o que James diz ao ser questionado
sobre a mudança de direcionamento da banda nos últimos anos. Claro que,
antes disso, LOU REED fala de como rótulos, restrições e nomes e
sobrenomes, para estilos musicais, são medíocres e míopes, em comparação
à Música em si. Não sei se, em razão de não ter legendas ou ter mais de
uma hora, o vídeo foi ignorado, mas, está tudo lá; TUDO mesmo! Assista
apenas a entrevista. Começa com 21 minutos de vídeo; dura 17.
O entrevistador pergunta sobre a importância desse projeto, James
responde que não houve “importância”; eles queriam fazer e fizeram.
Complementa dizendo que LOU REED os convidou a gravar um álbum, e eles
toparam; e ainda nos põe a pensar: com quem eles deveriam gravar? Com
algum parceiro óbvio? Ou alguém de outro “Mundo”, mas, que partilhasse
das mesmas idéias musicais da banda? Essa é a idéia. Eles toparam um
desafio, porque, para o Metallica, a mesmice é o problema. Isso não quer dizer que IRON MAIDEN é ruim, só significa que esse é o modo de pensar do METALLICA.
LOU
REED fala sobre as letras, diz que queria fugir da idéia padrão de
estofre-refrão, estofre-refrão. Os versos não seguem ritmo, o tom, é
qualquer um; logo, não há como esperar algo convencional, muito menos comparar
com algo completamente diferente. Lars complementa a idéia dizendo que
foi um trabalho mais físico do que cerebral, um desafio, um
deixar-rolar, trabalhar o momento. Não sei se isso lembra algo, mas,
para mim, isso lembra o que é o Rock’n Roll.
Lulu é um trabalho diferente, difícil de entender. Lembro-me quando conheci a obra de FRANK ZAPPA,
dizer que não gostei seria errado, pois eu nem mesmo tinha entendido o
que ele criou. Acho que é o caso de muitos: dizer que algo é ruim porque
não gostou; ou pior, dizer que algo é ruim, mas não o entendeu.
Respeito
quem não gostou do álbum, respeito mesmo. Apenas não entendo como tanta
gente critica a atitude da banda e se esquece de criticar a música.
Claro, muita gente diz, “não gostei do álbum e é isso”. Ótimo! Mas, a
grande massa que discute o assunto, não discute "O" assunto.
Após
LOU REED dar a bronca no entrevistador sobre os rótulos, a pergunta é
refeita e James responde, com naturalidade: “Não... não é algo novo,
somos NÓS. Estávamos sendo o METALLICA. E se você quer seguir o livre espírito do METALLICA,
então, venha. Se você não concorda com isso, nós entendemos. Fique com o
álbum que você mais gosta, eu acho... sei lá. (...) Nós não gostamos de
ficar aprisionados.”
Em outras palavras, eu sou fã do METALLICA,
não do “Master of Puppets”, do “Kill’em All”, ou outro álbum qualquer.
Sou fã dos caras, do músico. E eu o sou, principalmente, porque eles são
os caras mais autênticos da música. O METALLICA não é vendido, é autêntico e, por causa desse livre espírito do METALLICA, alguns álbuns são melhores do que os outros. Mas ainda é o METALLICA. O mesmo METALLICA
que fazia o que desse na telha há 30 anos, continua fazendo isso agora.
Eles não são covers deles mesmos; exemplo que temos de outras bandas
que foram engolidas pelo rótulo, qualquer que seja ele. Como disse no começo, esse é o real assunto: Lulu é um bom álbum? Bom, cada um tem sua opinião...
Como não tenho Twitter ou Facebook, escrevi aqui... feel free to flame me, there won’t be replies!!!
Conforme já foi publicado, o Metallica,
durante o último dos quatro shows comemorativos de 30 anos, se reuniu
com Dave Mustaine e eles tocaram 5 músicas juntos. Vídeos feitos por fãs que estavam no show podem ser vistos a seguir:
O último show de comemoração dos 30 anos de Metallica contou com as presenças especiais de Bob Rock, Ozzy Osbourne,
Geezer Butler, Dave Mustaine, Jason Newsted, Hugh Tanner – o homem que
apresentou James Hetfield a Lars Ulrich, Ron McGovney e Lloyd Grant. Ou
seja, com exceção do saudoso Cliff Burton, todos os integrantes que
passaram pela banda estiveram no palco.
Esse foi o setlist apresentado:
- Orion - Through The Never - Ride The Lightning - The God That Failed - Sanitarium - Rebel Of Babylon (inédita – Death Magnetic sessions) - Blackened (com fãs) - Dirty Window (com Bob Rock) - Frantic (com Bob Rock) - Sabbra Cadabra (com Geezer Butler) - Iron Man (com Ozzy Osbourne e Geezer Butler) - Paranoid (com Ozzy Osbourne e Geezer Butler) - King Nothing (com Jason Newsted) - Whiplash (com Jason Newsted) - Motorbreath (com HughTanner) - Phantom Lord (com Dave Mustaine) - Jump In The Fire (com Dave Mustaine) - Metal Militia (com Dave Mustaine) - Hit The Lights (com Dave Mustaine, Ron McGovney e Lloyd Grant) - Seek and Destroy (todos)
E mais uma música inédita do METALLICA
foi disponibilizada para os fãs da banda, "Rebel Of Babylon", outra que
não saiu no álbum "Death Magnetic", e que foi apresentada pela primeira
vez na noite do dia 10 de dezembro, no quarto e último show exclusivo para os fãs clubes em comemoração aos 30 anos de banda, em Fillmore, São Francisco.
Letra da música "Rebel Of Babylon":
Rebel grip your bottle tight Just float away Rebel is it hard to leave What makes you stay? Go take your poison ink Sign life away Then take your dirty spoon And dig your grave Dig your grave Rebel grips the bottle tight Just floats away Rebel finds it hard to leave What makes you stay? He takes the poison ink Signing life away Then takes the dirty spoon And digs his grave Let this dark shine Let this dark shine Let it shine bright Don't let it burn out tonight Kill me one more time Stigmata Kill me one more time Neo martyr Gonna die young Gonna live forever Kill me one more time Rise up Rebel of Babylon Renegade fights the fight That no one wins He claims a crown of thorns To pierce the skin He climbs his crucifix And waits for dawn Thinks they'll remember him After he's gone Let this dark shine Let this dark shine Let it shine bright Don't let it burn out tonight Kill me one more time Stigmata Kill me one more time Neo martyr Gonna die young Gonna live forever Kill me one more time Rise up Rebel of Babylon Rise up Rise up Resurrection The rebel fights the fight That no one wins To claim a crown of thorns To pierce his skin Climbs his crucifix And waits for dawn He looses consciousness The myth lives on Let this dark shine Let this dark shine Let it shine bright Don't let it burn out tonight Tonight Kill me one more time Stigmata Kill me one more time Neo martyr Gonna die young Gonna live forever Kill me one more time Rise up Rebel of Babylon Rise up Rise up Resurrection
Rob Halford (JUDAS PRIEST), Glenn Danzig (DANZIG, MISFITS,
SAMHAIN), Jerry Cantrell (ALICE IN CHAINS), Pepper Keenan (DOWN,
CORROSION OF CONFORMITY), Gary Rossington (LYNYRD SKYNYRD), Nick
"Animal" Culmer (ANTI-NOWHERE LEAGUE) e o ex-baixista do METALLICA,
Jason Newsted, se juntaram no palco na noite de sexta-feira, 9 de
dezembro, para o terceiro dos quatro shows no Fillmore em San Francisco,
como parte da celebração ao aniversário de 30 anos de banda.
Depois
da abertura com as bandas de metal SOUL REBELS e LÄÄZ ROCKIT, bem como
uma aparição do ex-guitarrista do FAITH NO MORE, Jim Martin - que subiu
ao palco com o vocalista James Hetfield em uma homenagem ao falecido baixista Cliff Burton - o Metallica
agitou a multidão com um conjunto de 21 canções, abrangendo grande
parte do repertório da carreira da banda, incluindo uma faixa inédita do
"Death Magnetic", chamada "Hell And Back".
Algumas fotos do show desta última sexta-feira podem ser vistas abaixo. Veja todas as fotos divulgadas no link abaixo: http://www.roadrunnerrecords.com/blabbermouth.net/news.aspx?mode=Article&newsite...
Videos da apresentação também podem ser vistos nos mesmo link:
Set-list do show:
01. Suicide & Redemption 02. Master Of Puppets 03. ...And Justice For All 04. Of Wolf & Man 05. Fade To Black 06. The Thing That Should Not Be 07. I Disappear 08. The Outlaw Torn 09. Hell And Back (canção inédita do "Death Magnetic") 10. Blitzkrieg (BLITZKRIEG cover) (com membros do fan-clube de Joseph Guariglia) 11. For Whom The Bell Tolls (com Jerry Cantrell) 12. Nothing Else Matters (com Jerry Cantrell) 13. So What?! (ANTI-NOWHERE LEAGUE cover) (com "Animal") 14. Tuesday's Gone (LYNYRD SKYNYRD cover) (com Gary Rossington, Pepper Keenan, Jerry Cantrell e Jim Martin) 15. Fuel (com Jason Newsted) 16. Fight Fire With Fire (com Jason Newsted) 17. Die, Die My Darling (MISFITS cover) (com Glenn Danzig) 18. Last Caress (MISFITS cover) (com Glenn Danzig) 19. Green Hell (MISFITS cover) (com Glenn Danzig) 20. Rapid Fire (JUDAS PRIEST cover) (com Rob Halford) 21.
Seek & Destroy (com Jason Newsted, Jerry Cantrell, Pepper Keenan,
Jim Martin, Glenn Danzig, Animal, LAAZ ROCKIT, e THE SOUL REBELS)
Dave Mustaine, o controverso guitarrista e vocalista do Megadeth, e ex-guitarrista do Metallica, postou no twitter que está em São Francisco, e está ansioso para a apresentação
da sua ex-banda na comemoração dos 30 anos de carreira do grupo - não
está claro se ele vai subir ao palco, mas é bem provável que isto
ocorra. "I am up in SF for Metallica's 30 anniversary. I look forward to celebrating with them."
Relembrando que, de acordo com o radialista Eddie Trunk, o Black Sabbath também estará presente: Metallica 30 anos: Black Sabbath convidado da última noite?
Este será o quarto e último show em comemoração aos 30 anos de Metallica. A próxima apresentação da banda será em 23 de maio, em Oslo, Noruega.
Um rumor está rondando a última apresentação do show especial do 30º aniversário do METALLICA. O apresentador Eddie Trunk postou em seu twitter a seguinte frase:
"E agora os rumores aumentam para o grand finale esta noite. O Black Sabbath vai tocar com @metallica! Isso é indescritível para um fã de metal..."
Além da possível apresentação do BLACK SABBATH, o apresentador também mencionou os nomes de Mike Portnoy, Chris Jericho, Dave Mustaine e Lemmy Kilmister.
O METALLICA anunciou em seu site
oficial que fará mais um show tocando o "Black Album" na íntegra. O
show acontecerá em Werchter, na Bélgica, dia 28 de maio do próximo ano.
As outras datas onde o disco será reproduzido na íntegra, em comemoração ao seu vigésimo aniversário, são as seguintes, até o momento:
5/23/2012 Oslo, Norway, Vallehovin 6/01/2012 Nurnberg, Germany, Rock Im Park 6/02/2012 Nurburgring, Germany, Rock Am Ring 6/06/2012 Horsens, Denmark, State Prison Open Air 6/09/2012 Donington, England, Download Festival 6/10/2012 Nickelsdorf, Austria, Nova Rock
O METALLICA realizou na noite de ontem mais um show comemorativo. Dessa vez a banda trouxe ao palco convidados como Jerry Cantrell, Rob Halford, o ex guitarrista do FAITH NO MORE Jim Martin, Glen Danzig e o ex LYNYRD SKYNYRD Gary Rossington. Mais uma música que não entrou no ultimo álbum da banda foi apresentada, chamada “Hell and Back”. O setlist foi o seguinte:
Suicide & Redemption Master of Puppets ...And Justice for All Of Wolf & Man Fade to Black The Thing That Should Not Be I Disappear The Outlaw Torn Hell and Back Blitzkrieg (com o fã Joseph Guariglia) For Whom the Bell Tolls (com Jerry Cantrell) Nothing Else Matters (com Jerry Cantrell) So What (com Animal) Tuesday's Gone (com Gary Rossington, Pepper Keenan, Jerry Cantrell e Jim Martin) Fuel (com Jason Newsted) Fight Fire With Fire (com Jason Newsted) Die, Die My Darling (com Glenn Danzig) Last Caress (com Glenn Danzig) Green Hell (com Glenn Danzig) Rapid Fire (com Rob Halford) Seek
& Destroy (com Jason Newsted, Jerry Cantrell, Pepper Keenan, Jim
Martin, Glenn Danzig, Animal, Laaz Rockit, e the Soul Rebels Brass Band)
Confira abaixo a música inédita, liberada para o fã clube do grupo.
O METALLICA,
que deveria se apresentar pela Europa em 2012 ou 2013, decidiu
antecipar de vez para 2012 a sua turnê batizada de “European Summer
Vacation”.
O empresário da banda, Peter Mensch, disse à agência
Reuters que a banda fará duas semanas de shows em 2012 que poderiam
provavelmente fazer em qualquer outro momento, mas eles temem que
estariam perdendo dinheiro se esperassem mais.
A reportagem na integra pode ser conferida no link abaixo: http://diversao.terra.com.br/noticias/0,,OI5508274-EI25,00-Crise+do+euro+faz+Met...
O Metallica realizou no dia 07/12 mais um show em comemoração aos 30 anos, com a participação de Kid Rock, do guitarrista Scott Ian do Anthrax, do ex vocalista do Anthrax John Bush, do baixista Jason Newsted, de Mariane Fatihfull e do vocalista King Diamond. Mais uma faixa que não entrou no CD "Death Magnetic" foi apresentada ao público. Ouça abaixo "Just a Bullet Away".
Em 1991 duas bandas dominavam o mundo: Metallica
e Guns n´Roses. O grupo de James Hetfield lançara o pesado e lindo
“Metallica” (carinhosamente cunhado pelos fãs do Black Album e aqui no
Brasil também apelidado de “pretinho”), uma porrada de sonoridade levada
à perfeição, com melodias até hoje exaltadas por qualquer fã de rock. O
disco que trazia hits (isso mesmo que você leu) como “Enter Sandman” e
“The Unforgiven” parecia ser o êxtase criativo de uma banda que começara
sua trajetória executando um thrash metal trabalhado, diversificado e
com bastante crítica social. Um disco por assim dizer OBRIGATÓRIO na
coleção do headbanger ou de um fã de música de qualidade.
A banda de Axl Rose vinha de dois discos clássicos presentes em qualquer lista de ‘mais mais’ que se pode eleger: Appetite for Destruction
(1987) e a compilação GNR Lies que tinha quatro músicas inéditas,
dentre elas “Patience”, hit que iria estourar nas rádios e foi até parte
de trilha de novela global. Use Your Illusion, o disco duplo lançado
em separado, tornaria o que era GRANDE em MEGA; o grupo excursionaria
pelo mundo. Além de grandes canções, o jeito rock and roll de ser de
Axl, chamaria a atenção da imprensa, que iria idolatrar e fomentar a
fama de encrenqueiro do músico.
O alcance que o GNR obteve naquele momento talvez tenha sido uma das maiores de todos os tempos, mas o Metallica,
mais do que fama e consolidação, conquistou o coração de muita gente
que ficou impressionada como uma banda com som sujo, de discos como
“Master of Puppets” e “Kill em All”, poderia compor pérolas melodiosas
como “Wherever I May Roam” (uma das melhores músicas compostas no heavy
metal) e “Sad But True”.
A revista Bizz de 1991 que estampava o quarteto americano, dizia com detalhes do trabalho
de produção do “Black Album”. Em várias linhas se lia as palavras
“perfeccionismo técnico”, “canções” e “repetição”. Nesta mesma edição, o
repórter enviado faz um revelação que colocaria de cabeça pra baixo
qualquer músico ‘do it yourself’ de hoje em dia: o som de bateria só
teria chegado ao nível desejado de seu músico, Lars Ulrich, após 8 meses
de escolhas de timbragens, mexidas e re-gravações. O disco que fora
gravado entre Outubro de 90 e Junho de 1991 iniciava com o petardo
“Enter Sandman” e que trazia um clip soturno como o som e ambicioso como
o disco.
Além da envolvente parede de guitarras casadas
entre Hetfield e Hammet (é inconclusivo falar sobre o som do baixo de
Newsted nos discos da banda, sem um bom fone de ouvido e bons graves…), o
que chamava atenção era a bateria quebrada, pesada e ‘gorda’ de Lars
Ulrich. Uma verdadeira massa sonora, forte, levando o bumbo ao coração
de quem gosta de MUITO peso. Para o ouvinte de Metallica, a técnica de Ulrich não era novidade
(quem não se arrepia com o desempenho do músico em One e Battery?), mas
a forma como o kit utilizado na gravação soava, era surpreendente. Algo
muito semelhante ao conseguido por Eric Carr em sua estreia pra valer
(sabemos que a raposa faria sua primeira gravação com o Kiss
em Music From The Elder) em Creatures of the Night (1982). Ulrich além
de ter encontrado um som que cobria a atmosfera sombria do pretinho,
conseguiu sublinhar as frases, riffs e o clima de todo o disco. Um
desempenho memorável. Talvez até hoje uma influência e uma boa lembrança
para tantos e tantos bateristas profissionais que começaram a se
aventurar no estudo do instrumento por aquelas épocas.
… E quando
todo mundo imaginava que a banda lançaria um disco melhor do que outro,
afinal a sequência que levaria ao pretinho é uma espécie de gradação à
perfeição, o Metallica
lança em 1996 o controvertido “Load”, disco que traria a banda despida
das características mais sujas e menos polidas do início de carreira,
para fazer um som mais cru, direto, objetivo.
Obviamente que os
fãs do mundo inteiro torceram o nariz para o disco. “Load” passava longe
das pretensões técnicas e os arranjos trabalhados do disco anterior e
trazia o Metallica
menos metal. Se ouvido como um disco de rock e tão somente um disco de
rock, “Load” não é tão ruim quanto dizem e pode figurar fácil na lista
de boas produções daquele ano. Acontece que depois da bolacha, em 1997, a
banda lança “Reload”, que na verdade era a sobra do “Load” (a ideia
inicial da banda era lançar o “Load” duplo, mas depois foram convencidos
a lançarem a continuação do disco no ano seguinte) e obviamente tinha a
mesma vibe: rock cru e menos ‘presepada’ (no bom sentido da palavra).
Depois
de um ótimo casamento com músicos da escola erudita, com arranjos
caprichados do maestro Michael Kamen, nasceu o S&M, projeto que se
não era inédito, trazia a banda americana unindo o peso dos cellos com
os das guitarras, com performances impecáveis, como na inédita “No Leaf
Clover”. Mesmo retomando um certo respeito (que talvez não tenha sido
abalado entre os fãs mais ortodoxos), a banda passava por problemas
internos, especificamente entre seus integrantes Hetfield e Ulrich,
considerados os polos opostos de um centro nervoso talentoso, vigoroso e
repleto de atmosferas, ora amplamente positivas e em alguns momentos
egocêntricas. O documentário (recomendadíssimo) “Some Kind of Monster”
mostra além da produção e concepção do disco mais controverso do Metallica,
“St. Anger” (2003), uma das histórias mais fascinantes sobre
personagens do mundo real do heavy metal. O mais cético irá dizer que na
verdade o que existe ali é ‘puro marketing’. Digo ao mais cético dos
céticos: marketing negativo não colabora com NADA. Principalmente quando
você expõe suas maiores mazelas sem a maior cerimônia, sem temor de ser
julgado por atitudes que, vistas fora de um contexto, podem ser
ambiguas.
Nesta história, até aqui resumida, de tantos
ingredientes que causam fascínio em quem se amarra em lendas do rock, um
fator corria de forma periférica, sem gerar debates ou maiores
discussões: a regressão técnica de Lars Ulrich. Se diga que o baterista
está acompanhado do melhor baixista (tecnicamente falando) que passou
pela formação do Metallica.
Trujillo é um monstro e é uma pena que seu trabalho apareça pouco nos
discos, engolido pela parede de guitarras e suas distorções.
O
músico, conhecido por sua personalidade irritante e egocêntrica, sempre
foi referência no mundo do metal. Respeitado até por bateras melhores do
que ele, caso por exemplo do ex-baterista do Dream Theater,
Mike Portnoy, que sempre se referiu ao dinarmaquês, como um dos
bateristas mais pesados que conhecera. Se em “Kill em All”, “Ride The
Lightning”, “Master of Puppets e “… And Justice for All” estávamos
escutando um músico, não apenas preso à agressividade do estilo, e no
“pretinho”, Ulrich foi aos limites da perfeição, desde Load, esse mesmo
músico optou por conduções simples, kits menores e diluição do peso
sempre empreendido no som da banda.
O curioso é que, desde então,
mesmo com belíssimas canções no repertório, a banda não optou mais por
arranjos tão imensamente sofisticados como nos discos citados no
parágrafo anterior. Mesmo no ótimo “Death Magnetic” (2008), Ulrich
mantem o som cru e não tão imponente.
Essa constatação poderia
partir apenas da decisão do músico em tocar de forma mais simples e nem
tanto avassaladora, ao menos em estúdio. No entanto, quem assistiu a
banda ao vivo recentemente, percebeu que o músico não tem a mesma pegada
dos anos anteriores e talvez (eu disse talvez) esteja reduzindo o
potencial da banda para canções que mantivessem o ingrediente thrash
metal. De tão massacrado que foi, “St. Anger” traz um dos piores
desempenhos do músico, em arranjos de bateria de gosto impróprio. Tais
escolhas nunca foram devidamente explicadas. O “som de lata”, como ficou
mundialmente conhecido, trouxe uma decepção enorme para os fãs. Outros
bateristas profissionais economizaram em comentários e o quarteto
raramente inclui canções suas em turnês recentes, o que é uma prova
clara que a própria banda não avaliza tais canções (ao menos agora) e
que o público não é muito cativado pela fase ‘não-sei-o-quê’ do Metallica.
Poucas
vezes se viu na história da música, por parte de um músico profissional
tão famoso e renomado, uma regressão técnica audível e visível. Você
pode até achar um exagero e eu sei que os fãs do músico, justamente pela
paixão, se negarão a enxergar qualquer tipo de declínio, no entanto, a
constatação mais crua a respeito de tal queda se averigua na audição dos
discos; desde mudanças de timbres, equalização mais fechada e compacta,
até agudos insuportáveis, no caso das opções do St. Anger, até uma
bateria mais reta e sem quebradas, tornando-o um músico quadrado e
comum, muito longe daquele que um dia foi influência para centenas de
músicos ao redor do mundo.
Acomodação? Doença? O que faz um músico
desistir de progredir? Ele desistiu? Sinceramente: acho que estas
perguntas não terão respostas, apenas suposições. Que sejam. Torcemos
para que Lars volte a ser Ulrich. E vice-versa.