
09:27

Alesson Bruno
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Kiss
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A edição de Fevereiro de 2012 da revista inglesa CLASSIC ROCK traz
uma abordagem do guitarrista e vocalista do KISS, Paul Stanley para seis
faixas do vindouro álbum da banda, ‘Monster’, que ele mesmo está
produzindo.
“Eu não estava interessado em fazer um disco a menos que eu estivesse
no controle e ninguém concordasse com isso pela metade”, diz Stanley.
“A banda está toda lá, o tempo todo, e gravamos as faixas todos olhando
um pra cara do outro na mesma sala. Química e camaradagem, isso é
essencial. È isso que fez ‘Sonic Boom’ [2009] tão bom, e esse disco é
monstruosamente melhor”.
“It’s A Long Way Down”
Stanley: “Fala dos que chegam às alturas e não lidam
bem com a queda – é uma baita descida do topo. É uma faixa determinante
no sentido de que é bem rápida e muito característica. A bateria de
Eric [Singer] nela é incrível”.
“Back To The Stone Age”
Stanley: “Uma que Gene [Simmons] canta. É exatamente
o que você espera pelo título. Eu venho de uma escola onde você escreve
uma estrofe, uma bridge, um refrão, e daí volta. Isso está no meu
sangue. Está na Motown, está nos Beatles, está no Led Zeppelin, está no
The Who, em todas as minhas bandas favoritas”.
“Shout Mercy”
Stanley: “Essa é uma ótima faixa. Há muitas faixas
que poderiam abrir o álbum, e essa é uma delas. Eu gosto de pensar que a
música de abertura é uma declaração do que o álbum se trata, seja ‘Love
Gun’ ou ‘Detroit Rock City’. É importante começar com uma faixa que
defina o que você vai achar ali”.
“Out Of This World”
Stanley: “Essa é de Tommy [Thayer, guitarrista]. Ele
foi além dos limites. Ele toca fenomenalmente. Essa tem o tipo de
empolgação que eu curto ouvir quando você não sabe muito bem se tudo vai
dar em merda ou não. É isso que faz um grande rock n’ roll”.
“Wall Of Sound”
Stanley: “Não estamos tentando recriar a roda; somos
melhores quando não pensamos muito. Não é o Cubo Mágico, é uma música,
entende? Essa é absolutamente, imediatamente reconhecível e
identificável e verdadeira ao KISS. Eu vendo a banda para evitar que
saiamos do foco ou da atenção que se quebra por coisas que rolam a nosso
redor”.
“Hell Or Hallelujah”
Stanley: “Outra das mais rápidas, e muito certeira. È
o que eu acho que seja tão bom sobre esse álbum: toda faixa é
necessária. Ninguém faz isso melhor – e muitos tentaram. Quando a gente
acerta o alvo, a gente pega na veia. Gravamos 14 faixas. Quantas
usaremos ou não será interessante, mas não tem tapa-buracos aqui”.
Stanley disse que o Kiss ia terminar de trabalhar em ‘Monster’ essa
semana. Na quarta-feira [4 de janeiro], Stanley fez uma atualização
sobre o disco – que é o primeiro de estúdio deles desde ‘Sonic Boom’ de
2009 – dizendo, “Estamos a dois dias de acabarmos esse álbum. É
maravilhoso… disparado a melhor coisa que fizemos em não sei quanto
tempo. Eu já disse isso ante? Sim! Eu estava certo? Sim! E estou certo
essa vez de novo! Na real, esse disco bota pra foder e estamos muito,
muito orgulhosos dele.”