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Kiss: Produtor de Crazy Nights relembra gravações

O produtor Ron Nevison passou por uma sabatina do KISSfaq.com sobre os trabalhos com o KISS no álbum Crazy Nights, de 1987. Confira alguns trechos:

Como foi o processo de escolha do material que seria utilizado?

Gene largou tudo nas minhas mãos (risos). Me entregou 20, 25 músicas. Paul era mais seletivo. Ele queria um album diferente. Tinha feito o primeiro hit single de Ozzy em anos, com “Shot In The Dark”, além do meu trabalho com o Heart. Fiquei satisfeito com o que fizemos, mesmo tendo sido criticado pelo excesso de teclados.

Em 1987 o Rock era dominado por bandas como Bon Jovi, Def Leppard, Poison…

Eles viram o que estava acontecendo com músicas como “Livin’ On A Prayer”. Meu objetivo era colocar o KISS no mesmo nível. Ao invés de vender 500, 700 mil, o que seria respeitável, queria fazê-los chegar a algo maior. Fiquei impressionado com o que Paul me ofereceu. Gene era Gene. Ele escrevia coisas mais Rock, nada comerciais. Mas os fãs adoravam.

Alguns detratores comentam que a sonoridade é muito similar a outras produções suas, como o álbum auto-intitulado do Heart e o The Ultimate Sin, de Ozzy.

Bom, esse é o tipo de disco que eu faço. E era o que a banda queria. Com o tempo ele se tornou um disco mais aceito, pois traz grandes músicas. Para mim é um dos melhores do KISS.

Kiss: veja possível tracklist de "Monster"


De acordo com a página Kiss, no Wikipedia (nem sempre a fonte mais confiável), as seguintes oito músicas estão confirmadas para o tracklist de 'Monster', vigésimo álbum de estúdio do Kiss, ainda sem data oficial de lançamento, mas que de acordo com a página anteriormente citada deverá ser lançado entre maio-junho.

Monster - Kiss - 2012:

Hell or Hallelujah (source G.Simmons/Paul Stanley)
Born to be a sinner (source Paul Stanley)
Are you ready (source Gene Simmons)
Out of this world (written by Tommy Thayer, source G.Simmons/Paul Stanley)
Wall Of Sound (source G.Simmons)
It's a long way down (source Paul Stanley)
Back to the stone age (source Paul Stanley)
Shout Mercy (source Paul Stanley)

via: Whiplash

Kiss: Paul Stanley comenta 6 faixas de ‘Monster’

A edição de Fevereiro de 2012 da revista inglesa CLASSIC ROCK traz uma abordagem do guitarrista e vocalista do KISS, Paul Stanley para seis faixas do vindouro álbum da banda, ‘Monster’, que ele mesmo está produzindo.
“Eu não estava interessado em fazer um disco a menos que eu estivesse no controle e ninguém concordasse com isso pela metade”, diz Stanley. “A banda está toda lá, o tempo todo, e gravamos as faixas todos olhando um pra cara do outro na mesma sala. Química e camaradagem, isso é essencial. È isso que fez ‘Sonic Boom’ [2009] tão bom, e esse disco é monstruosamente melhor”.
“It’s A Long Way Down”

Stanley: “Fala dos que chegam às alturas e não lidam bem com a queda – é uma baita descida do topo. É uma faixa determinante no sentido de que é bem rápida e muito característica. A bateria de Eric [Singer] nela é incrível”.
“Back To The Stone Age”

Stanley: “Uma que Gene [Simmons] canta. É exatamente o que você espera pelo título. Eu venho de uma escola onde você escreve uma estrofe, uma bridge, um refrão, e daí volta. Isso está no meu sangue. Está na Motown, está nos Beatles, está no Led Zeppelin, está no The Who, em todas as minhas bandas favoritas”.
“Shout Mercy”
Stanley: “Essa é uma ótima faixa. Há muitas faixas que poderiam abrir o álbum, e essa é uma delas. Eu gosto de pensar que a música de abertura é uma declaração do que o álbum se trata, seja ‘Love Gun’ ou ‘Detroit Rock City’. É importante começar com uma faixa que defina o que você vai achar ali”.
“Out Of This World”

Stanley: “Essa é de Tommy [Thayer, guitarrista]. Ele foi além dos limites. Ele toca fenomenalmente. Essa tem o tipo de empolgação que eu curto ouvir quando você não sabe muito bem se tudo vai dar em merda ou não. É isso que faz um grande rock n’ roll”.
“Wall Of Sound”

Stanley: “Não estamos tentando recriar a roda; somos melhores quando não pensamos muito. Não é o Cubo Mágico, é uma música, entende? Essa é absolutamente, imediatamente reconhecível e identificável e verdadeira ao KISS. Eu vendo a banda para evitar que saiamos do foco ou da atenção que se quebra por coisas que rolam a nosso redor”.
“Hell Or Hallelujah”

Stanley: “Outra das mais rápidas, e muito certeira. È o que eu acho que seja tão bom sobre esse álbum: toda faixa é necessária. Ninguém faz isso melhor – e muitos tentaram. Quando a gente acerta o alvo, a gente pega na veia. Gravamos 14 faixas. Quantas usaremos ou não será interessante, mas não tem tapa-buracos aqui”.
Stanley disse que o Kiss ia terminar de trabalhar em ‘Monster’ essa semana. Na quarta-feira [4 de janeiro], Stanley fez uma atualização sobre o disco – que é o primeiro de estúdio deles desde ‘Sonic Boom’ de 2009 – dizendo, “Estamos a dois dias de acabarmos esse álbum. É maravilhoso… disparado a melhor coisa que fizemos em não sei quanto tempo. Eu já disse isso ante? Sim! Eu estava certo? Sim! E estou certo essa vez de novo! Na real, esse disco bota pra foder e estamos muito, muito orgulhosos dele.”

Kiss: Banda revela nomes das faixas do álbum "Monster"

 O frontman Paul Stanley do KISS  revelou o nome de algumas canções do próximo álbum da banda para a Classic Rock Magazine. O álbum, que se chamará "Monster" incluirá as seguintes faixas...

'Shout Mercy'
'Out Of This World'
'Wall Of Sound'
'Hell Or Hallelujah'
'It's A Long Way Down'
'Back To The Stone Age'

"Eu não estava interessado em fazer um álbum a menos que eu estivesse no comando, e ninguém concordou com isso sem se entusiasmar", disse Paul, em uma pausa na co-produção do álbum em Conway Studios, Hollywood. "Todos da banda estão lá, o tempo todo, e nós cortamos as faixas com todos se encarando na mesma sala. Química e camaradagem, que é essencial. Isso é o que fez Sonic Boom tão grande, e este álbum é estrondosamente melhor."


via: Whiplash

Kiss: Simmons e Stanley falam sobre quadrinho da banda

No início da semana, o ComicBookResources.com conduziu uma entrevista com Gene Simmons e Paul Stanley do KISS, sobre a colaboração da banda com a Archie Comics em uma nova história em quadrinhos chamada "Archie Meets Kiss". A história em mostra Simmons, Stanley e companhia contra uma invasão de monstros.
"Essa coisa de livro em quadrinhos foi inventada nos Estados Unidos. É realmente uma forma de arte", disse Simmons.
"Isso foi surgindo aos poucos, e nós gostamos de unir e colaborar com marcas icónicas ao longo dos tempos", continuou ele. "A Archie tem mais de 50 anos e se você fazer algo que atinja um público um pouco diferente, você tem que respeitar aquilo dentro do seu tempo. E é uma idéia maluca... Kiss e Archie?".
Veja o trailer de "Archie Meets Kiss":


Fonte: Whiplash

Kiss: banda relembrando o saudoso Eric Carr


O KISSonline.com publicou a seguinte mensagem:
Há 20 anos, nosso amigo Eric Carr faleceu, após perder sua batalha contra o câncer. Nos onze anos em que esteve no KISS, ele fez mais de 800 shows para milhões de fãs ao redor do mundo. Trouxe alegria e tocou as vidas de muitas pessoas. Aqui estão alguns pensamentos e lembranças que gostaríamos de compartilhar.
Paul Stanley: Em uma época de dúvidas e tumultos na banda, Eric trouxe calma e otimismo, recuperando o foco de nossas prioridades. Com isso, pudemos seguir em frente. Não posso explicar em palavras sua contribuição para nosso renascimento. Sua dedicação à música só era comparada à dedicação aos fãs. Era uma bela alma que jamais diria uma palavra ruim sobre qualquer um. Penso nele o tempo inteiro.
Eric Singer: Eric Carr foi um amável membro do KISS por onze anos. Seu estilo de tocar era poderoso. Seu amor e devoção pelos fãs permanece no coração de muitos até hoje.
Tommy Thayer: Eric Carr era um amigo e pessoa especial. Sempre era amigável e tinha algo gentil a dizer. Lembro de quando a banda estava mixando Hot In The Shade, em 1989, no Cherokke Studios, em Los Angeles. Todos estavam dando seus palpites sobre guitarra e baixo. Lembro de ter perguntando ao engenheiro onde estava a bateria. No fim da noite, ele me chamou em um canto e agradeceu por ter mencionado.
Gene Simmons: Nunca conheci ninguém mais humilde em minha vida. Eric Carr era uma alma gentil que nunca disse nada de ruim sobre ninguém. Também era uma ameaça dupla na bateria e vocais. Sinto sua falta.

Fonte: Whiplash

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